Battlefield 1 é um jogo de tiro em primeira pessoa de 2016, desenvolvido pela DICE e publicado pela Electronic Arts para PlayStation 4, Xbox One e PC. A série volta à Primeira Guerra Mundial com campanhas em War Stories, mapas grandes, veículos, classes e destruição de cenário.
A campanha evita um único protagonista e separa a guerra em recortes curtos. Um tanque britânico mostra o peso da guerra mecanizada; a parte aérea trabalha duelos de avião; o trecho ligado a Lawrence da Arábia leva o jogador ao deserto; os Dardanelos aparecem pela função de mensageiro em meio ao avanço militar.
War Stories e frentes diferentes

As War Stories apresentam a guerra por mudança de função. Uma missão coloca o jogador dentro de um veículo pesado, outra puxa combate aéreo e outra trabalha deslocamento por território hostil. A troca de frente muda o risco sem abandonar o mesmo conflito histórico.
No multiplayer, Conquest e Operations levam essa escala para mapas disputados por esquadrões. Infantaria, cavalaria e veículos pesados dividem objetivos, enquanto cada classe mantém uma função legível dentro do avanço coletivo.
| Frente da guerra | Na partida |
|---|---|
| War Stories | campanhas curtas por soldado, frente e veículo. |
| Operations | avanço por setores com narração de batalha. |
| Classes | funções de ataque, cura, suporte e reconhecimento em torno do objetivo. |
| Behemoths | veículos gigantes que recolocam pressão sobre a partida. |
Essa estrutura aproxima campanha e multiplayer. A campanha apresenta papéis humanos da guerra; o online transforma esses papéis em disputa de espaço, reposição de esquadrão e controle de território.
Veículos, classes e destruição
A destruição muda a leitura de rota durante a partida. Uma cobertura pode ruir depois de artilharia, uma parede abre passagem e uma trincheira perde proteção quando explosivos entram no ponto.
Os Behemoths criam viradas dramáticas em partidas específicas. A presença deles força o time adversário a reposicionar infantaria e resposta antiveículo antes que o avanço chegue ao objetivo.
As classes seguram a parte prática desse desenho. Um bom esquadrão divide ataque, suporte e reconhecimento em torno das ordens de objetivo, de modo que avançar junto costuma render mais do que correr sozinho por pontos distantes.
Amiens, Sinai, Monte Grappa e expansões
A direção audiovisual diferencia a Primeira Guerra dos cenários militares modernos que a série já havia explorado. Lama, metal e fumaça ocupam a tela com armas de cadência mais rígida, então a distância do alvo pesa bastante na leitura do combate.
| Mapa ou expansão | Leitura de combate |
|---|---|
| Amiens | concentra combate urbano e avanço por ruas estreitas. |
| Sinai Desert | abre espaço para veículos, cavalaria e longas linhas de visão. |
| Monte Grappa | trabalha altitude, bunkers e disputa de posição. |
| Expansões | ampliam exércitos e frentes ligados a França, Rússia e combates navais. |
Amiens, Sinai Desert, Monte Grappa e as expansões mudam terreno, arma e ritmo de avanço sem deixar a base de Battlefield. Esquadrão, objetivo e veículo pesado continuam organizando a partida mesmo quando o mapa troca cidade, deserto, montanha ou frente naval.

Operations reforça essa continuidade ao transformar uma batalha em avanço por setores. O time atacante precisa manter pressão coordenada, enquanto a defesa segura posições, reposiciona armas fixas e tenta cortar a entrada de veículos no ponto.
O desenho sonoro também participa dessa escala. Motores, artilharia e estruturas desabando ajudam a localizar ameaça antes mesmo de o inimigo aparecer na mira, principalmente quando vários esquadrões disputam o mesmo setor em avanço aberto.