Mônica e a Guarda dos Coelhos é um jogo brasileiro de ação cooperativa lançado em 2018, desenvolvido e publicado pela Mad Mimic para PC, PlayStation 4, Xbox One e Nintendo Switch. A adaptação usa personagens da Turma da Mônica em fases de defesa de castelo, com armas de brinquedo e partidas para até quatro jogadores.

A partida transforma o elenco dos quadrinhos em uma defesa de arena fácil de reconhecer. O jogador escolhe personagem, protege estruturas, segura ondas de inimigos e divide funções com outras pessoas na mesma tela. O interesse está no encontro entre uma licença brasileira popular e uma estrutura de cooperação direta, feita para sessões curtas e leitura visual simples.

Turma da Mônica em defesa cooperativa

Cena de Mônica e a Guarda dos Coelhos
A defesa cooperativa usa armas de brinquedo.

As fases colocam castelos no centro da pressão. Os inimigos avançam por caminhos fáceis de acompanhar, e o grupo precisa atacar sem abandonar a proteção do objetivo. Quando a arena começa a encher, cada retorno ao castelo decide se a partida continua controlada ou se a defesa quebra.

O tom segue a lógica da Turma da Mônica. As armas de brinquedo e a presença dos coelhos deixam a ação próxima de uma brincadeira organizada, em vez de aproximar os personagens de violência realista. A graça vem do exagero visual, da confusão em equipe e da familiaridade com Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali.

Armas de brinquedo e papéis de equipe

As funções aparecem como tarefas de defesa, não como classes rígidas, pois uma pessoa pode segurar inimigos perto do castelo enquanto outra abre espaço no mapa, recolhe recursos ou ajuda a recuperar o controle da arena.

Durante a faseNa tela
Proteção do casteloManter inimigos longe do objetivo principal.
Armas de brinquedoAtacar com humor visual e leitura simples de alcance.
Cooperação localDividir atenção entre defesa, resgate e avanço.
PersonagensEscolher afinidade com o elenco antes de buscar desempenho.

Essa estrutura favorece partidas em grupo no sofá. Comunicação e divisão de tarefas são importantes para segurar as ondas, enquanto o desenho das arenas evita que a partida dependa de combos complexos. O jogo procura ser acessível sem remover o risco de se distrair e perder o castelo.

O ritmo de defesa deixa cada erro visível em poucos segundos. Quando o grupo se afasta demais do castelo, a arena perde controle; quando todos ficam parados no mesmo ponto, inimigos passam por outra entrada. Essa leitura simples sustenta a cooperação sem exigir explicação longa.

Produção brasileira licenciada

A presença em consoles e PC ampliou a circulação de um jogo brasileiro licenciado, algo relevante em uma cena onde grandes propriedades nacionais ainda aparecem pouco em games. A Mad Mimic já vinha de experiência com ação cooperativa em No Heroes Here, e aqui adapta essa leitura de defesa em equipe ao universo de Mauricio de Sousa.

Mônica e a Guarda dos Coelhos em arena cooperativa
A arena destaca personagens e ameaças.

O resultado tem valor por juntar propriedade intelectual brasileira, jogo cooperativo e lançamento multiplataforma em uma mesma obra. A adaptação preserva cor, humor e silhueta dos personagens, enquanto usa objetivos simples para deixar crianças e adultos entenderem a partida durante o jogo.

Mônica e a Guarda dos Coelhos registra uma adaptação brasileira de quadrinhos para PC e consoles, com foco em defesa cooperativa e humor de desenho animado. O jogo separa a licença de um uso meramente promocional ao colocar arena, objetivo protegido e cooperação local no centro da ação.