Sakura Wars é uma aventura com combates de ação desenvolvida e publicada pela Sega para PlayStation 4. O jogo saiu no Japão em 2019 e chegou ao Ocidente em 2020. Seijuro Kamiyama assume o comando da Flower Division, grupo que se apresenta no Teatro Imperial de Tóquio e pilota mechas para proteger a cidade de ataques demoníacos.

A campanha alterna a rotina no teatro, conversas com tempo limitado e missões em arenas tridimensionais. As respostas de Kamiyama mudam a confiança das integrantes, enquanto os combates colocam o comandante e uma companheira dentro de Spiricle Strikers, máquinas movidas pela energia espiritual dos pilotos.

Teatro durante o dia e defesa de Tóquio

Sakura Amamiya conversa com Kamiyama no Teatro Imperial
O teatro reúne trabalho, convivência e missões.

O Teatro Imperial funciona como sede pública e ponto de encontro da equipe. Kamiyama percorre corredores, camarins e o palco para cumprir tarefas, acompanhar ensaios e conversar com as integrantes antes de uma nova ameaça chegar à cidade.

A Flower Division precisa recuperar o prestígio das antigas equipes de combate e melhorar suas apresentações. Por esse motivo, os problemas do teatro não ficam separados da função militar. A confiança conquistada durante a convivência acompanha os personagens quando eles entram nos mechas.

Tóquio apresenta ruas inspiradas no período Taisho e máquinas que pertencem à fantasia da série. O jogador visita locais pelo mapa da cidade, mas retorna ao teatro entre os capítulos para encontrar novas conversas e atividades.

Respostas do LIPS

O LIPS oferece falas ou ações por poucos segundos. Escolher rapidamente produz uma resposta, deixar o tempo terminar pode representar silêncio e algumas situações usam o analógico para determinar a intensidade de um gesto.

  • As escolhas de conversa alteram a afinidade de Kamiyama com cada integrante.
  • Respostas dadas durante uma missão podem incentivar ou contrariar a companheira.
  • Eventos pessoais abrem cenas que apresentam melhor os objetivos da personagem.

A relação não funciona como uma pergunta isolada no fim da campanha. Pequenas respostas acumuladas ao longo dos capítulos aproximam Kamiyama de uma integrante e ajudam a definir qual desfecho pessoal será mostrado.

Spiricle Strikers em combate de ação

As batalhas abandonam os turnos das entradas anteriores e usam ação em tempo real. O jogador percorre a arena e combina ataques leves com golpes fortes. A esquiva abre espaço para trocar de personagem quando a missão oferece outro piloto controlável.

Cada integrante tem alcance e velocidade próprios. Sakura Amamiya luta com espada, enquanto outras pilotos usam armas que favorecem distância ou área. A barra compartilhada permite ativar golpes especiais depois que o grupo causa dano suficiente.

Os cenários oferecem adversários em alturas diferentes antes do objetivo final. Kamiyama avança junto de uma companheira e alterna o controle para usar a habilidade mais adequada ao grupo que bloqueia o caminho.

Tite Kubo, Kohei Tanaka e a nova Flower Division

O jogo se passa anos depois das primeiras histórias e apresenta outra equipe. Sakura Amamiya e Hatsuho Shinonome recebem Kamiyama no teatro. Azami Mochizuki trabalha perto de Anastasia Palma, enquanto Claris completa a Flower Division.

Sakura Wars - trailer de jogabilidade
Conversas e batalhas formam a mesma campanha.

Tite Kubo criou os desenhos principais dessa nova geração, e Kohei Tanaka voltou à música da série. A canção de abertura retoma o tema associado à Imperial Combat Revue com outro elenco, acompanhando a proposta de apresentar um novo ponto de entrada.

Durante a divulgação, o projeto apareceu como Project Sakura Wars e Shin Sakura Taisen. A edição ocidental usa apenas Sakura Wars, título que identifica o lançamento de PlayStation 4 de 2019 sem apagar os jogos anteriores da franquia.