Resident Evil 7 biohazard é um survival horror da Capcom lançado em 2017. O jogo acompanha Ethan Winters, que viaja até uma propriedade isolada na Louisiana depois de receber uma mensagem de Mia, sua esposa desaparecida.
A mudança para primeira pessoa aproximou portas, corredores e ataques do jogador. A série saiu de uma escala mais militarizada e voltou a trabalhar com inventário apertado, barulho de casa velha e medo de atravessar um cômodo sem saber quem está ali.
A casa dos Baker e Ethan Winters

A busca por Mia leva Ethan à casa dos Baker. O lugar começa como propriedade abandonada e logo vira prisão doméstica. Jack domina a perseguição física, Marguerite leva o terror para a área orgânica da casa e Lucas usa armadilhas como extensão do pesadelo familiar.
O jogador aprende a casa por retorno. Primeiro Ethan foge de um corredor. Depois encontra uma chave e volta a uma porta trancada, descobrindo que o mesmo espaço pode ficar pior quando um inimigo passa a circular por ali.
Primeira pessoa, VHS e poucos recursos
O combate começa pequeno. Ethan encontra uma arma, conta munição, guarda cura e decide se enfrenta um Molded em corredor apertado ou se tenta passar sem gastar recursos.
As fitas VHS mudam o ritmo da campanha. Elas colocam o jogador em trechos anteriores aos eventos de Ethan, mostrando rotas, armadilhas e personagens que passaram pela casa antes dele.
| Câmera | Aproxima o inimigo e torna a porta uma ameaça imediata. |
| Casa | Concentra chaves, atalhos e perseguições em poucos espaços. |
| VHS | Mostra acontecimentos anteriores e prepara perigos futuros. |
| Recursos | Limitam munição, cura e espaço de inventário durante a campanha. |
Essa estrutura retoma o survival horror sem copiar a câmera fixa dos primeiros jogos. O medo vem de estar perto demais da ameaça e de ter poucos meios para responder.
Beginning Hour e retorno ao survival horror

A demonstração Beginning Hour ajudou a preparar o tom antes do lançamento. Em vez de mostrar a campanha inteira, ela colocou o jogador em uma casa abandonada com pistas fragmentadas e finais diferentes.
Quando o jogo completo chegou, a aposta ficou clara. A Capcom queria recuperar vulnerabilidade, silêncio e estranhamento, usando a primeira pessoa para fazer cada canto da casa parecer próximo demais.
PlayStation VR e versões modernas
No PlayStation 4, Resident Evil 7 biohazard podia ser jogado inteiro com PlayStation VR. O recurso colocou a campanha principal em realidade virtual, sem separar a experiência em um modo menor.
Depois, o jogo recebeu melhorias para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC. A versão em nuvem para Nintendo Switch e as versões para Mac e iOS ampliaram a circulação da casa dos Baker em outras plataformas.
Banned Footage, Not a Hero e End of Zoe
Os conteúdos extras mostram outros lados da história. Banned Footage Vol. 1 e Banned Footage Vol. 2 exploram desafios e episódios da propriedade, enquanto Not a Hero coloca Chris Redfield em uma missão posterior.
End of Zoe acompanha Joe Baker e fecha uma parte do destino de Zoe. A Gold Edition reuniu o jogo principal com esse material, facilitando uma leitura mais completa da fase dos Baker.
Biohazard, RE Engine e a fase moderna
O título aproxima os dois nomes da franquia: no Ocidente, ele saiu como Resident Evil 7 biohazard; no Japão, a marca Biohazard recebeu o subtítulo ligado ao horror.
A RE Engine estreou aqui em uma obra fechada e doméstica, antes de sustentar Resident Evil 2, Resident Evil Village e outros projetos da Capcom. A casa dos Baker virou o retorno ao terror e o primeiro grande teste público dessa base técnica.