The Legend of Zelda: Breath of the Wild é uma aventura de ação lançada em 3 de março de 2017 para Wii U e Switch, desenvolvida por Nintendo EPD com apoio da Monolith Soft e publicada pela Nintendo, onde Link acorda sem memórias em uma Hyrule tomada pela Calamidade e precisa atravessar campos, montanhas, ruínas e vilas com liberdade incomum para a série The Legend of Zelda. O diferencial concreto está em transformar quase qualquer parede em caminho, quase qualquer horizonte em objetivo e cada arma, comida, clima ou relevo em uma decisão de viagem.
A base da aventura nasce da promessa oficial de esquecer o que se conhecia dos jogos anteriores da série, pois o jogador sai do Great Plateau com planador, runas, resistência limitada e uma missão ampla contra Calamity Ganon. A partir daí, Hyrule passa longe de uma sequência rígida de salas e funciona como um território observado de longe, marcado por torres, shrines, estábulos, vilas, memórias e inimigos que podem ser enfrentados, evitados ou contornados em ordens diferentes.
Hyrule aberta por escalada, planador e clima

Uma rota em The Legend of Zelda: Breath of the Wild pode começar quando Link vê uma torre ao longe, escala uma encosta e usa o planador para cair em direção a um shrine. A barra de resistência decide se a escalada chega ao topo, enquanto a altura transforma observação em deslocamento real.
O clima muda essa decisão. Chuva atrapalha a escalada, tempestade torna metal perigoso e frio exige preparo antes de seguir para regiões altas. A liberdade continua grande, mas o mapa cobra atenção ao corpo de Link e ao equipamento carregado.
A viagem também depende do que o jogador coleta no caminho. Cozinhar um prato antes de uma montanha, trocar arma quebrada por equipamento de inimigo ou usar fogo para abrir passagem cria pequenas soluções que não precisam seguir estrada marcada.
Shrines, runas e rotas fora da ordem
Ao encontrar um shrine, Link ganha ponto de viagem rápida e entra em uma sala curta de puzzle, combate ou física. A recompensa fortalece vida ou resistência, então um desafio isolado pode mudar a próxima montanha, luta ou travessia.
As runas do Sheikah Slate continuam úteis fora dessas salas. O magnetismo mexe com metal em acampamentos, a parada temporal segura objetos por alguns segundos, o gelo cria apoio sobre água e as bombas remotas servem tanto para puzzle quanto para combate.
| No caminho de Link | Abre espaço para |
|---|---|
| Torres | revelam regiões e criam pontos altos para planejar quedas de planador. |
| Shrines | guardam desafios curtos e viram atalhos de viagem rápida. |
| Estábulos | organizam cavalos, descanso, rumores e retomada de rotas longas. |
| Memórias | reconstroem a relação de Link com Zelda e com a queda de Hyrule. |
A tabela separa pontos que parecem simples no mapa, mas mudam a próxima decisão do jogador, já que uma torre pode levar a um shrine e abrir retorno rápido para uma vila ou memória ligada a Zelda.
Versões, DLCs e chegada ao Switch 2
A versão de 2017 saiu em Wii U e Switch. A edição atual registra a edição padrão e caminhos posteriores de expansão ou upgrade, tratando tudo como histórico comercial da mesma aventura.
O projeto foi apresentado ainda na fase do Wii U e ganhou força na E3 2016, quando a demonstração mostrou uma Hyrule mais aberta. Essa mudança dialogava com o intervalo desde Skyward Sword e com The Wind Waker HD como retorno intermediário da franquia no Wii U.
Depois do lançamento, a recepção consolidou The Legend of Zelda: Breath of the Wild como uma virada da série. Os prêmios de Jogo do Ano em 2017 e a edição posterior para Switch 2 reforçam a vida longa da mesma obra, sem transformar cada pacote em jogo separado.
Curiosidades de shrines, Toy-Con e ZELDA NOTES
Os recursos também mostram como a aventura ficou ligada ao ecossistema do Switch. A obra destaca mais de 100 Shrines of Trials espalhados por Hyrule, enquanto o jogo inclui controles de movimento, personagens com voz, compatibilidade com Toy-Con, Save Data Cloud mediante assinatura e modo para um jogador.
A campanha continua baseada em exploração solitária, mas passa por recursos de plataforma e acessórios próprios da Nintendo.
- O conteúdo indicativo ESRB inclui Fantasy Violence, Mild Suggestive Themes e Use of Alcohol.
- A lista oficial de idiomas inclui português brasileiro junto de inglês americano, inglês britânico, japonês, francês, alemão, italiano, espanhol, coreano, holandês, russo e chinês.
- A Switch 2 Edition cita carregamentos mais rápidos, resolução e texturas melhores, framerate mais suave e ZELDA NOTES como apoio pelo aplicativo do Switch.
- O pacote com Expansion Pass aparece na loja como variação comercial da versão de Switch.
Mostram The Legend of Zelda: Breath of the Wild como obra de longo prazo dentro do catálogo da publicadora. A aventura nasceu no cruzamento entre Wii U e Switch, continuou vendida em formatos diferentes e chegou ao Switch 2 sem perder o centro que a tornou reconhecível, onde atravessar Hyrule continua sendo uma sequência de observação, preparo e escolha de caminho.